Responsabilidade Social e Ambiental

Responsabilidade Social e Ambiental
Reserva Natural
       Reserva Particular do Patrimônio Natural Eliezer Batista
       Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social
       Um Verdadeiro Santuário às Margens do Rio Paraguai
       Expedição Exploratória
       Biodiversidade
       Socioeconomia
Programas Sociais
Programas Ambientais
Certificação Florestal
       Plano de Manejo Florestal

Responsabilidade Social e Ambiental

A política de responsabilidade socioambiental da MMX se fundamenta na promoção do desenvolvimento humano, em parceria com os demais setores da sociedade. Uma forma de gestão definida pelo comportamento ético e transparente da empresa com todos os seus públicos de relacionamento e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade – expresso na preservação de recursos ambientais e culturais, no respeito à diversidade, na melhoria das condições de vida e na redução das desigualdades sociais. A MMX investe no aperfeiçoamento de relações éticas e transparentes com todos os públicos com os quais se relaciona - acionistas, empregados, fornecedores, clientes, governos e sociedade.. E acredita que promover a inclusão social e participar do desenvolvimento das comunidades localizadas em sua área de atuação são diferenciais cada vez mais importantes para a manutenção de seus negócios e a conquista de novos mercados.

Educação e sustentabilidade

O foco principal desta política é a educação e a meta é a sustentabilidade dos projetos, que devem estabelecer condições para que as comunidades sejam capazes de dar seqüência ao seu desenvolvimento de forma independente. Um exemplo típico é o convênio firmando pela MMX com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em Corumbá, para resgatar uma tradição da cidade: a confecção de ladrilhos históricos. Uma oficina-escola para jovens entre 16 e 24 anos formará novos artesãos e a continuidade do projeto será garantida pela venda das peças a serem confeccionadas.

Mobilização de empregados

Em cada localidade, um empregado da empresa é designado para cuidar da implantação dos programas socioambientais e da comunicação entre empresa e comunidade. Dessa forma, a MMX consegue melhor identificar as necessidades locais e cuidar para que sejam atendidas de acordo com suas especificidades.

Articulação local

Além disso, a empresa se torna parceira dos municípios onde atua, investindo em Fundos de Desenvolvimento Social e destinando parte da receita bruta dos ativos às comunidades, recursos alocados em consenso com as prefeituras.

Reserva Natural

Reserva Particular do Patrimônio Natural Eliezer Batista


Em 2006, a MMX adquiriu uma reserva natural de aproximadamente 20 mil hectares na margem direita do Rio Paraguai no Mato Grosso do Sul. Localizada na Serra do Amolar, a área foi batizada de Reserva Particular de Patrimônio Natural Engenheiro Eliezer Batista e apresenta flora e fauna típicas do Pantanal Sul. Este ecossistema é reconhecido pelos especialistas como um dos mais bem conservados da região.

Cercada por morros, vegetação exuberante e intacta, a Reserva abriga um ambiente natural de valor inestimável para a humanidade. Ali, vivem espécies raras de mamíferos e pássaros cujo habitat é o Pantanal e a Amazônia. Além de animais ameaçados de extinção, como o tatu-canastra, a onça pintada e a ariranha.

Expedição Exploratória

Em novembro de 2006, uma expedição integrada por pesquisadores em flora, fauna, geologia, biologia, ornitologia, botânica, zoologia, socioeconomia e arqueologia percorreu a Reserva. A conclusão foi que a área é prioritária pela biodiversidade entre pantanais e morraria, com diferentes ambientes e ecossistemas. Parte das terras sofre grandes inundações, dificultando o acesso a elas – o que contribui para sua proteção.

“Trata-se de área de grande expressividade ambiental” – definiu Leonardo Hasenclever, médico veterinário e membro do Instituto Homem Pantaneiro – IHP, coordenador da avaliação ecológica que reuniu, entre outros, pesquisadores da Embrapa Pantanal, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e da própria MMX.

O IHP desenvolve um plano de manejo para definir as diferentes formas de uso da área protegida e sua sustentabilidade, ao mesmo tempo em que executa, com a MMX, ações emergenciais para assegurar a proteção da propriedade, como revisão dos limites, cercas e aceiro para se evitar invasões para caça e pesca e prevenção de incêndios.

Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social

Por Eliezer Batista


O uso generalizado da expressão desenvolvimento sustentável data da década de 1980, definindo uma forma de ação capaz de satisfazer as necessidades econômicas, sociais e ambientais das atuais gerações, sem comprometer a capacidade dos futuros habitantes do planeta em prover suas próprias demandas. Acabou tornando-se tema constante da agenda global, principalmente diante dos recentes relatórios sobre o declínio dos ecossistemas naturais. Assunto antes restrito a cientistas e pesquisadores, agora são acompanhados pela população, como as mudanças climáticas, o desaparecimento das florestas, o escoramento de rios, o declínio e a extinção de espécies.Por outro lado, o necessário crescimento econômico e as demandas de energia e água estão diretamente ligados à manutenção de uma base sólida de recursos naturais. Como compatibilizar essa situação? Respostas a estes questionamentos ganharam velocidade com a formação de uma comissão estruturada sob a égide da ONU e presidida pela então Primeira-Ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland. Esta comissão produziu o relatório “Nosso Futuro Comum”, que causou grande impacto na agenda dos organismos internacionais, e em particular nas conclusões da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992.


Na mesma época, no Brasil surgiu o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, seguido pela criação do Instituto Ethos de responsabilidade Social, influenciando um número cada vez maior de empresas. A MMX, comprometida com os preceitos defendidos por essas instituições, dá agora notável exemplo, ao adquirir no coração do Pantanal sul-mato-grossense uma área de 20 mil hectares de alta relevância em termos de diversidade biológica e riqueza cultural. É uma iniciativa inspiradora do que pode fazer uma empresa em favor das novas gerações – e para mim razão de indescritível orgulho por ter meu nome associado a este local tão privilegiado.

Um Verdadeiro Santuário às Margens do Rio Paraguai

Por Eike Batista

A ação social responsável é instrumento indispensável a uma empresa moderna, capaz de aumentar vendas, reduzir custos e melhorar a relação com diferentes públicos, além de construir sua boa imagem, indispensável no competitivo e globalizado mundo de hoje.


Passando da teoria à prática, a MMX adquiriu, em dezembro de 2005, extensa área no Mato Grosso do Sul. Nascia sob o sol pantaneiro, à margem direita do Rio Paraguai, numa região marcante pela diversidade de sua flora e fauna, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Engenheiro Eliezer Batista.Localizada na Serra do Amolar, cercada por morros, vegetação exuberante e intacta, a Reserva abriga um ambiente natural de valor inestimável para a Humanidade, um verdadeiro santuário ecológico.Para melhor conhecer e entender este acervo ambiental, a MMX convocou o Instituto Homem Pantaneiro, ONG local, que organizou uma expedição realizada em novembro de 2006.


Esta expedição científica e exploratória faz parte do processo de consolidação de informações científicas e legais para o estudo e plano de manejo e transformação da área em RPPN e reuniu nomes de projeção nacional e internacional e seus resultados estão apresentados nesta publicação.Esta Reserva é dedicada a todos os brasileiros, mas a um deles em particular: o Engenheiro Eliezer Batista, cujo pioneirismo no trato com a questão ambiental só encontra paralelo na sua visão empresarial, que ajudou a forjar um Brasil mais dinâmico e confiante em seu futuro, capaz de transformar em riquezas seus imensos recursos.

Expedição Exploratória


A MMX promoveu a primeira expedição científica da Reserva Particular do Patrimônio Natural Engenheiro Eliezer Batista entre os dias 19 e 27 de novembro de 2006 com o objetivo de realizar estudo preliminar sobre a biodiversidade, estrutura socioeconômica e recursos minerais da região, que subsidiará o plano de manejo.

A equipe técnica reuniu especialistas de cada área considerada relevante para o levantamento. O método de pesquisa utilizado foi Avaliação Ecológica Rápida (AER), reconhecido internacionalmente por conciliar uma dinâmica rápida e desburocratizada com o que há de mais moderno em levantamento de biodiversidade e de dados socioeconômicos.

Após a análise dos atributos da região, há consenso entre a equipe de que a área adquirida pela MMX é especialmente apropriada para conservação da biodiversidade pantaneira.

“O resultado de conservação da área, a representação de diversos ambientes, alguns deles bastante raros no Pantanal, e assim, no mundo, a posição estratégica da área no contexto do mosaico de áreas protegidas no Pantanal, bem como naquele referente aos títulos e reconhecimentos internacionais, e o conjunto de achados por especialidades (espécies raras, endêmicas, contingente humano, etc.) todos corroboram a hipótese de que a área é indicada para estabelecimento de uma Unidade de Conservação (UC)”

Conclusões finais do Relatório Executivo da Expedição Exploratória da Reserva Particular do Patrimônio Natural Engenheiro Eliezer Batista.

Biodiversidade

Flora


Foram encontradas 188 espécies distribuídas em 63 famílias botânicas, representando 10% das espécies listadas no Pantanal. A expedição também localizou duas espécies de arroz selvagem, consideradas um recurso genético importante, e duas espécies silvestres de mandioca. 

Oito das 188 espécies catalogadas estão listadas pelo IBAMA e IUCN como ameaçadas.

 

Fauna

Aves


Foram 194 espécies de aves encontradas, sendo 43 migratórias intercontinentais.

Estima-se que outras 90 possam ocorrer na região.

20% das espécies detectadas na expedição exploratória estão na categoria de ameaça.

Mamíferos

Foram encontrados 43 espécies. Entre elas, o tatu canastra, a onça pintada e ariranhas – espécies em extinção.

Anfíbios

Nesta primeira incursão, 36 espécies foram catalogadas. Como o estudo dos anfíbios na região do Pantanal ainda é incipiente, a região pode abrigar espécies ainda desconhecidas pela ciência ou ameaçadas em outras regiões do país.

Peixes

A expedição catalogou 38 espécies de peixes em cinco pontos de coleta.

Espécies ameaçadas

O comércio ilegal de espécies da fauna e da flora é uma das atividades que contribui para a aumentar o risco de extinção e o uso incompatível com a sobrevivência das espécies. Várias espécies listadas para a região da Reserva Engenheiro Eliezer Batista segundo Anexo II da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Silvestres Ameaçadas se encontram nesta situação.

Socioeconomia

Sobre a população do entorno


Foram encontrados 41 residentes na região da reserva, organizados em nove famílias. 63% dos moradores vivem na localidade há mais de dez anos. As famílias entrevistadas são numerosas. A média de filhos é superior a cinco.

Com a descapitalização dos produtores pecuários, houve um declínio de emprego de mão de obra em fazendas de gado – atividade tradicional do Pantanal há mais de 200 anos, e a ascenção da pesca de isca, a partir de investimentos governamentais para o abastecimento do setor turístico.  Hoje, as atividades econômicas realizadas pelos moradores são a pesca de isca (56%) e a lida com o gado (44%).

Programas Sociais


A MMX promoveu o Encontro de Ação Social nos Municípios de Anastácio e Dois Irmãos do Buriti para debater os temas sociais mais relevantes nos municípios. Nesta oportunidade foram selecionados projetos sociais, de interesse público e comunitário, para receber investimentos da empresa.

Em Anastácio

Cheiro Suave - Oferece complementação de renda a família de crianças e jovens em situação de abrigo na Sociedade Missionária Ebenezer (SOME) a partir da comercialização de sabão produzido com óleo comestível reciclado. A MMX contribui com o desenvolvimento econômico do projeto e coopera financeiramente para a reforma e ampliação da área para produção

.Família, Comunidade e a Cultura Terena - Pretende contribuir para a melhoria da qualidade de vida e o resgate da cultura terena através da inserção de famílias indígenas na produção de artefatos típicos. A iniciativa conta com apoio da MMX na aquisição de materiais permanentes, didáticos e de consumo, e do Programa de Atendimento Integral a Família – PAIF.

Centro de Formação Comunitário - Viabiliza um espaço adequado para a realização de cursos de qualificação profissional, palestras de interesse comunitário, oficinas de geração de renda e outras atividades que contribuam para a permanência do homem no campo. A iniciativa é da Associação de Mulheres do Assentamento São Manoel, formada por 32 agricultoras rurais, e conta com apoio da MMX através de cooperação financeira, co-gestão do projeto de construção do centro, a ser realizado em regime de mutirão com os assentados.

Em Dois Irmãos do Buriti

O Caderno - Pretende desenvolver através de um jornal semanal as habilidades de escrita, leitura e o senso crítico e analítico de jovens da comunidade, especialmente entre os alunos da Escola Municipal Marcos Freire, com a criação e veiculação de um semanário.. A MMX apoia a aquisição de equipamentos e materiais necessários para produção do jornal e participa do monitoramento da aprendizagem dos participantes.

Dignidade, Auto-estima e Geração de Renda – DAGE - Contribui para a geração de emprego e renda e fortalecimento da cidadania de 17 mulheres da comunidade do Distrito de Palmeiras através de qualificação profissional para a produção industrial de roupas e peças de cama, mesa e banho. O investimento da MMX cobre a aquisição de materiais, a contratação de serviços técnicos e a realização de capacitação de equipe.

Oca Hanaiti - Viabiliza a construção de um espaço físico para sediar reuniões, palestras, cursos de capacitação e geração de renda, atividades culturais e promoção social realizadas pela comunidade indígena Aldeia. Esta iniciativa será implantada e administrada pelo conselho tribal em parceria com a MMX e a Prefeitura e pretende atender 200 pessoas, entre crianças, jovens e adultos. A MMX fornecerá todo material para a obra e suporte para o planejamento das atividades desenvolvidas.

Respeitando os Limites da Vida - Pretende conscientizar a comunidade do Distrito de Palmeiras, especialmente alunos das escolas da região, sobre a necessidade de preservar o meio ambiente, utilizando materiais informativos, monitoramentos e visitas às famílias ribeirinhas. O apoio da MMX viabiliza a aquisição dos materiais e a contratação de técnicos responsáveis pela elaboração de um programa extensivo de educação ambiental e recuperação de áreas degradadas.

Centro de Atendimento APAE - Visa o atendimento à saúde com atenção integral às pessoas portadoras de necessidades especiais e orientação e suporte psicossocial das famílias. A MMX investe na implantação do centro, desde a infra–estrutura até a aquisição de materiais e equipamentos médicos indispensáveis para o desenvolvimento das atividades e pleno funcionamento do centro.

Em Corumbá


Oficina Escola de Ladrilhos Hidráulicos - O projeto oferece qualificação profissional na técnica artesanal de confecção de ladrilhos hidráulicos, material utilizado em revestimento de piso. Quarenta e seis jovens de baixa renda participaram da primeira etapa do projeto, concluída em fevereiro de 2008 com uma cerimônia de formatura.

A segunda etapa, já em andamento, está focada nas estratégias de comercialização das peças e inserção no mercado de trabalho dos jovens ladrilheiros. Uma de suas metas é a criação de uma cooperativa de comercialização com apoio do IPHAN, Prefeitura de Corumbá e MMX.

Programa Neonatal Santa Casa de Misericórdia - Diante das condições precárias da Santa Casa para o atendimento de bebês prematuros, a MMX decidiu intervir adotando o setor de neonatologia. Os investimentos possibilitam a manutenção das incubadoras e aparelhos de oxigenação, aquisição de equipamentos e medicamentos necessários ao funcionamento adequado do setor do neonatal e berçário.

Educação ambiental – Atividades realizadas junto às comunidades de entorno dos empreendimentos e escolas públicas dos municípios. Mais de 200 crianças, adolescentes e adultos já participaram das atividades.

Programas Ambientais


A MMX está comprometida com iniciativas firmes, em cada operação que realiza, no sentido da adoção de processos e padrões de sustentabilidade que se coloquem além dos requisitos da conformidade legal e das certificações voluntárias, estando presentes nas ações da empresa voltadas para impulsionar o desempenho ambiental da corporação.

Buscamos a integração de práticas sustentáveis que assegurem a melhoria contínua do desempenho ambiental em conformidade com a legislação vigente. Para isso, a política corporativa de meio ambiente da empresa defende que as operações estejam comprometidas com a avaliação dos impactos ambientais das suas atividades e produtos específicos a cada localização operacional, com a prevenção da poluição em sua origem, a eliminação ou redução do desperdício e assegurando que todos os empregados estejam cientes de suas responsabilidades individuais, através de informações e treinamento eficazes no sistema de gerenciamento ambienta(SGA).

Com medidas preventivas e de extrema cautela no manejo de suas atividades, a empresa demonstra que é possível unir desenvolvimento econômico com preservação do meio ambiente, expressão da orientação estratégica para a sustentabilidade. Adicionar valor ao negócio significa integração e melhoria dos processos, produtos e serviços gerados no contexto imediato do empreendimento e nos contextos socioambientais de sua atuação.

Para todos os seus projetos, a MMX segue as regulamentações relativas ao licenciamento ambiental, com estudos e relatórios de impacto ambiental (EIA/RIMA). Estabelece programas de monitoramento do meio ambiente através da aplicação de um conjunto de princípios, diretrizes, processos e práticas consolidados na adoção de procedimentos operacionais seguros, que preservem a saúde da força de trabalho, reduzindo ao máximo os riscos de acidentes e privilegiando práticas que incorporem o conceito de ecoeficiência e o alto desempenho ambiental.

Água

Durante a fase de operação das unidades, o controle dos efluentes é rígido com a realização de monitoramento dos padrões de lançamento e adoção de balanços hídricos, para os quais a empresa adota metas mensuráveis e de melhoria contínua, medidas tomadas para evitar a poluição de qualquer corpo hídrico.

Após o encerramento das atividades operacionais, a MMX, realiza uma campanha de verificação da qualidade das águas, com o objetivo principal de garantir que os corpos hídricos estejam em condições adequadas à legislação ambiental vigente.

Também são aplicadas técnicas modernas de irrigação. A fertirrigação, uma das tecnologias mais avançadas do mundo, utiliza o processo de gotejamento,disponibilizando água e nutrientes de forma racional para a planta, evitando a erosão do solo e contribuindo para a baixa evaporação da água.

 Emissões atmosféricas

Os fornos de carbonização da MMX são de última geração. Utilizamos fornos de alvenaria mecanizados, com carbonização contínua, dotados de sistemas de condensação de vapores e recuperadores de alcatrão. Esse sistema garante o tratamento das emissões de forma a reduzir os impactos no meio ambiente e aumentar a segurança e a saúde dos empregados envolvidos.

Uso do solo

A atividade mineradora da MMX é projetada para atender os requisitos legais de controle ambiental. Antes do início das operações é realizado um estudo de impacto ambiental e a aprovação de um Plano de Uso de Solo junto aos órgãos governamentais.

A empresa segue, em todos os seus planos de recuperação de lavra, os critérios estabelecidos no Programa de Reabilitação de Áreas Degradadas. N

as áreas desprotegidas de cobertura vegetal e nas principais vias de tráfego é realizada a aspersão de água para assegurar o controle da emissão de material particulado e minimizar a ação abrasiva dos ventos.

Durante as operações das plantações renováveis de madeira, a MMX se compromete a reservar áreas para a preservação ambiental pelo sistema de paisagens-mosaico, em que os plantios de eucalipto são intercalados com áreas de mata nativa visando a conservação dos ecossistemas.

Além disso, o processo de beneficiamento de minérios busca aproveitar os insumos em harmonia com as condições de proteção ambiental. Todos os resíduos gerados são removidos da área da mina e armazenados de acordo com as Diretrizes Gerais para a Gestão de Resíduos Sólidos.

Madeira


A MMX em seu processo de produção de madeira renovável para autosustentabilidade a carvão vegetal, está em fase final de Certificação Florestal de seus plantios no Mato Grosso do Sul, através do CERFLOR.

A empresa possui ainda, um plano de aproveitamento da madeira cortada, bem como de segregação, armazenamento e utilização do solo removido nas área onde são realizadas operações de decapeamento.

Plano de recuperação de áreas degradadas

A MMX vem desenvolvendo diversos projetos de recuperação de áreas degradadas em todas as áreas afetadas por suas atividades, através do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas – PRAD.

Para essa recuperação, a MMX adota três métodos básicos: a hidrossemeadura, o plantio direto de mudas e sementes e a revegetação induzida pela disposição de matéria orgânica (solo orgânico), de acordo com o relevo e tipo do solo a ser recuperado.

Em algumas áreas, o tipo de lavra e a curta exposição das cavas permite que a técnica adotada seja a da remoção da camada fértil do solo e sua estocagem durante o período da lavra, e posteriormente, ocorre o repreenchimento da cava com estéril da própria mina, que representa a maior parte do material extraído numa mineração.

Procedida a recomposição topográfica, é aplicada a mesma camada fértil do solo original e realizada a recuperação paisagística, com as espécies apropriadas a permitir uma sucessão florestal compatível com a cobertura original.

As áreas das Minas da MMX em processo de recuperação ambiental somam 5 hectares. Em 2007, além de dar continuidade aos trabalhos de recuperação de áreas mineradas, a empresa criou um detalhado Plano de Recuperação de Áreas Degradadas com procedimentos e diretrizes que orientam os profissionais das áreas de planejamento de operação sobre as melhores práticas para desativação e reabilitação de uma mina e de seu entorno.

O objetivo principal do PRAD é a orientação detalhada sobre o fechamento das Minas da MMX, de forma controlada, através de diretrizes para as melhores práticas de desativação/reabilitação das Unidades de Diagnóstico.

 No PRAD estão envolvidas as áreas que compõem o empreendimento e que podem ser agrupadas por características semelhantes ou que compõem as áreas mineradas e seu entorno.

O processo possibilita a adoção de metodologias que permitem a padronização das etapas existentes e a estimativa dos custos de descomissionamento das minas da MMX, através da valoração dos itens que compõem o fechamento de minas.

Certificação Florestal

Plano de Manejo Florestal

Clique nos links abaixo para ler o Plano na íntegra

Última Atualização em 3 de novembro de 2008.

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2008-12-09T17:13:35